Ex-candidata do PV reconheceu ‘expectativa’ sobre sua opção pessoal.
Em convenção no dia 17, partido decidirá entre Dilma, Serra e neutralidade.
A senadora Marina Silva (AC), que concorreu à Presidência da República pelo PV e teve quase 20% dos votos, afirmou neste sábado (9) que a convenção do partido marcada para o dia 17 deste mês poderá ter duas posições distintas sobre o apoio à candidata Dilma Rousseff (PT) ou ao candidato José Serra (PSDB) no segundo turno.
“Dia 17 nós teremos a nossa convenção e na convenção eu estarei manifestando a minha posição e obviamente que o partido também estará fazendo o mesmo”, disse Marina.
O PV apresentou às candidaturas de Serra e Dilma um documento com dez propostas prioritárias, que devem ser incluídas nos programas de governo dos candidatos. Marina, no entanto, evitou falar se a quantidade de propostas incorporadas será um fator determinante na hora de definir o apoio do PV.
Questionada se a posição do partido poderia ser divergente da dela, Marina evitou responder e disse apenas que o resultado só seria conhecido no dia da convenção do PV. Apesar disso, Marina lembrou o estatuto do partido que prevê a livre manifestação da parcela que discordar da decisão da convenção.
Posição pessoal
A candidata do PV, que obteve quase 20% dos votos na disputa pelo Palácio do Planalto, disse ainda que irá apresentar sua posição pessoal em relação ao segundo turno da eleição.
“Há uma expectativa quanto a minha opinião também. Poderia ser só a do partido, mas eu não posso nesse momento ter uma atitude de falsa modéstia dizendo que não há uma expectativa em relação a minha opinião também. Então, estamos vivendo um processo que caminha em duas pernas. A perna da sociedade e a partidária”, afirmou Marina.
Marina esteve na capital federal para se reunir com militantes do PV e agradecer a votação que conferiu a ela a vitória no Distrito Federal. Perguntada se o apoio do partido no DF para o candidato do PT, Agnelo Queiroz, seria uma tendência para a disputa à Presidência, Marina afirmou que as discussões locais não balizam o debate que está sendo feito a nível federal pelo partido.
Recado das urnas
Marina falou que a eleição no primeiro turno deu um recado do eleitor aos políticos. “Elas querem manter as conquistas, mas não querem ser complacentes com os erros. Elas querem atitude de correção dos erros e não querem negar o reconhecimento das conquistas”, disse Marina.
A integrante do PV afirmou ainda que Lula recebeu um recado das urnas ao não eleger Dilma no primeiro turno e a oposição também teve um sinal ao ver derrotados quadros importantes como Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Arthur Virgílio (PSDB-AM).
“E esse recado foi dado da seguinte forma: o presidente que tem mais de 80% de aceitação não conseguiu fazer a sua candidata no primeiro turno. E a oposição, que na eleição de dois quadros importantes que eu tenho respeito, mas que não se reelegeram, Tasso Jereissati e Arthur Virgílio, também receberam o recado de que quer a crítica aos problemas, mas não quer que a crítica seja feita pela oposição pela oposição”, argumentou Marina.
fonte: http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/convencao-podera-te-duas-posicoes-sobre-segundo-turno-diz-marina.html
Salmos 122 : 6 diz: "Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." Gênesis 12:3 diz: “Abençoarei aqueles que te abençoam, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoam”.
Palavra do Senhor
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)
domingo, 10 de outubro de 2010
Na TV, Dilma fala em inovação e Serra, em mobilização pela educação
Candidata do PT repetiu comparações entre Lula e FHC.
Campanha de tucano reprisou ataques a adversária.
No horário eleitoral gratuito exibido na televisão na noite deste domingo (10), a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, destacou que seu eventual governo vai conciliar continuidade e inovação. O programa também repetiu comparações entre os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.
O tucano José Serra, por sua vez, dedicou boa parte do seu tempo para a educação. O candidato defendeu uma mobilização nacional para melhorar a qualidade do ensino no país. O programa repetiu ainda a estratégia de usar uma atriz para fazer ataques a Dilma.
“Dilma é continuidade, Dilma é inovação”
O programa de Dilma foi o primeiro a ser exibido nesta noite e foi o mesmo que já tinha ido ao ar pela tarde. Ele começou com uma apresentadora destacando ações do governo Lula, como o Bolsa Família, o programa de habitação Minha Casa, Minha Vida, o programa Luz Para Todos, entre outros. Segundo a propaganda, essas ações não teriam acontecidos no governo de “Serra e FHC”.
Na sequência, a propaganda traz uma biografia da petista em que o narrador destacou que ela foi a primeira mulher a ocupar a Secretaria da Fazenda da prefeitura de Porto Alegre, a Secretaria de Energia do governo do Rio Grande do Sul e o ministério de Minas e Energia.
“Muitas vezes, as mulheres foram, pelo menos, secretárias de Educação. Agora, tinha certas áreas que era como se estivesse escrito na porta: ‘vetada a entrada de mulheres’. Porque também tem o estereótipo: frágil e meiga. A gente é frágil e meiga, mas não é só frágil e meiga. Somos capazes de decidir, temos posição, somos assertivas”, diz a candidata do PT.
Dilma destacou programas do governo federal como o Luz para Todos e criticou a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). “Você não faz um programa desse sem ser gratuito. Sabe por que nunca fizeram? Porque queriam cobrar. Cobrar de quem é mais pobre. Como você pode cobrar de quem não tem nada, nem luz? Era assim que era na época do FHC, queriam cobrar”, afirmou.
O programa afirma que a candidata não dará simplesmente continuidade ao governo Lula. “Dilma é continuidade, Dilma é inovação”, diz uma das vinhetas. Na sequência aparecem ações do governo Lula e medidas que Dilma pretende tomar. Entre os temas citados está educação, saúde, infraestrutura e meio ambiente.
Serra pede mobilização pela educação
O programa de Serra começou da mesma forma que o exibido na parte da tarde, com uma atriz fazendo ataques a Dilma. A atriz afirmou que a candidata petista fez um “papelão” no primeiro turno.
“Qualquer coisinha você corria pra chamar o Lula. Dilma, faz tanto tempo que nós, mulheres, já somos independentes, temos nossa própria opinião, andamos com as nossas próprias pernas. Mas estou vendo que você chamou o Lula de novo, e pra quê? Pra olhar 16 anos pra trás e por defeito no governo Fernando Henrique? Cá entre nós Dilma, se o seu governo arrumou alguma coisa, não fez mais que a obrigação, certo? E se em oito anos não arrumou, pega muito mal você vir por defeito agora, concorda? Dilma, pense nisso, e fica com Deus, tá?”, disse.
Na sequência, aparecem imagens de partos e a narração fala em um “novo Brasil que está nascendo”. O candidato aproveita o tema para falar sobre a desilusão dos jovens com a política.
“A maioria dos jovens está desiludida com a política, com os escândalos, com o mensalão, problemas nos Correios, desvios de dinheiro público, mas eu sinto que há uma esperança, de que nós podemos sim enfrentar nossos problemas, como na saúde, na educação, na segurança, enfim, os grandes desafios, sem briga, na paz”, afirma o candidato.
O programa fala que este novo Brasil é o “Brasil da educação”. Serra afirma que é preciso fazer um planejamento de longo prazo para a área e cita o plano Real. “O Brasil precisa fazer um planejamento consistente, que não possa ser deixado de lado por nenhum governo. Há 15 anos atrás parecia ser impossível vencer a superinflação, aquela de 15% ao mês, mas nós fizemos plano real e nós vencemos. Governo e povo unido, é assim que nós vamos fazer pela educação, uma mobilização nacional pela melhoria do ensino público”
A propaganda do tucano fala ainda de temas ambientais e defende uma “economia verde”. Serra cita Chico Mendes como defensor do meio ambiente e destaca o Partido Verde e Marina Silva. O programa traz ainda imagens do candidato em campanha na Bahia e depoimentos de aliados em evento político realizado na semana passada em Brasília.
fonte:http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/na-tv-dilma-fala-em-inovacao-e-serra-em-mobilizacao-pela-educacao.html
Campanha de tucano reprisou ataques a adversária.
No horário eleitoral gratuito exibido na televisão na noite deste domingo (10), a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, destacou que seu eventual governo vai conciliar continuidade e inovação. O programa também repetiu comparações entre os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.
O tucano José Serra, por sua vez, dedicou boa parte do seu tempo para a educação. O candidato defendeu uma mobilização nacional para melhorar a qualidade do ensino no país. O programa repetiu ainda a estratégia de usar uma atriz para fazer ataques a Dilma.
“Dilma é continuidade, Dilma é inovação”
O programa de Dilma foi o primeiro a ser exibido nesta noite e foi o mesmo que já tinha ido ao ar pela tarde. Ele começou com uma apresentadora destacando ações do governo Lula, como o Bolsa Família, o programa de habitação Minha Casa, Minha Vida, o programa Luz Para Todos, entre outros. Segundo a propaganda, essas ações não teriam acontecidos no governo de “Serra e FHC”.
Na sequência, a propaganda traz uma biografia da petista em que o narrador destacou que ela foi a primeira mulher a ocupar a Secretaria da Fazenda da prefeitura de Porto Alegre, a Secretaria de Energia do governo do Rio Grande do Sul e o ministério de Minas e Energia.
“Muitas vezes, as mulheres foram, pelo menos, secretárias de Educação. Agora, tinha certas áreas que era como se estivesse escrito na porta: ‘vetada a entrada de mulheres’. Porque também tem o estereótipo: frágil e meiga. A gente é frágil e meiga, mas não é só frágil e meiga. Somos capazes de decidir, temos posição, somos assertivas”, diz a candidata do PT.
Dilma destacou programas do governo federal como o Luz para Todos e criticou a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). “Você não faz um programa desse sem ser gratuito. Sabe por que nunca fizeram? Porque queriam cobrar. Cobrar de quem é mais pobre. Como você pode cobrar de quem não tem nada, nem luz? Era assim que era na época do FHC, queriam cobrar”, afirmou.
O programa afirma que a candidata não dará simplesmente continuidade ao governo Lula. “Dilma é continuidade, Dilma é inovação”, diz uma das vinhetas. Na sequência aparecem ações do governo Lula e medidas que Dilma pretende tomar. Entre os temas citados está educação, saúde, infraestrutura e meio ambiente.
Serra pede mobilização pela educação
O programa de Serra começou da mesma forma que o exibido na parte da tarde, com uma atriz fazendo ataques a Dilma. A atriz afirmou que a candidata petista fez um “papelão” no primeiro turno.
“Qualquer coisinha você corria pra chamar o Lula. Dilma, faz tanto tempo que nós, mulheres, já somos independentes, temos nossa própria opinião, andamos com as nossas próprias pernas. Mas estou vendo que você chamou o Lula de novo, e pra quê? Pra olhar 16 anos pra trás e por defeito no governo Fernando Henrique? Cá entre nós Dilma, se o seu governo arrumou alguma coisa, não fez mais que a obrigação, certo? E se em oito anos não arrumou, pega muito mal você vir por defeito agora, concorda? Dilma, pense nisso, e fica com Deus, tá?”, disse.
Na sequência, aparecem imagens de partos e a narração fala em um “novo Brasil que está nascendo”. O candidato aproveita o tema para falar sobre a desilusão dos jovens com a política.
“A maioria dos jovens está desiludida com a política, com os escândalos, com o mensalão, problemas nos Correios, desvios de dinheiro público, mas eu sinto que há uma esperança, de que nós podemos sim enfrentar nossos problemas, como na saúde, na educação, na segurança, enfim, os grandes desafios, sem briga, na paz”, afirma o candidato.
O programa fala que este novo Brasil é o “Brasil da educação”. Serra afirma que é preciso fazer um planejamento de longo prazo para a área e cita o plano Real. “O Brasil precisa fazer um planejamento consistente, que não possa ser deixado de lado por nenhum governo. Há 15 anos atrás parecia ser impossível vencer a superinflação, aquela de 15% ao mês, mas nós fizemos plano real e nós vencemos. Governo e povo unido, é assim que nós vamos fazer pela educação, uma mobilização nacional pela melhoria do ensino público”
A propaganda do tucano fala ainda de temas ambientais e defende uma “economia verde”. Serra cita Chico Mendes como defensor do meio ambiente e destaca o Partido Verde e Marina Silva. O programa traz ainda imagens do candidato em campanha na Bahia e depoimentos de aliados em evento político realizado na semana passada em Brasília.
fonte:http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/na-tv-dilma-fala-em-inovacao-e-serra-em-mobilizacao-pela-educacao.html
Dilma e Serra trocam acusações sobre aborto em debate na TV
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atacou o adversário José Serra (PSDB) no debate entre os dois realizados na Band. Ela acusou a campanha de procurar atingi-la com "calúnias, mentiras e difamações".
"Essas calúnias têm sido muito claras em alguns momentos. Seu vice, Indio da Costa [DEM] a única coisa que faz sistematicamente é criar e organizar grupos, aproveitando da boa fé das pessoas, pra me atingir até com questões religiosas. Queria saber se o senhor considera essa forma de fazer campanha que usa o submundo é correta", questionou.
Na resposta, Serra afirmou se solidarizar com "quem é vitima de ataques pessoais" e se disse ele próprio vítima de ataques. O presidenciável tucano contra-atacou a petista e insinuou que ela tem a ver com esses ataques.
"Blogs com seu nome. Se não fosse [algo feito por sua campanha] poderia tirar na Justiça. Fazem ataque a família, amigos. Uma campanha orquestrada a respeito de ideais que não tenho. Nós somos responsáveis por aquilo que pensamos e aquilo que falamos. A população cobra programa de governo, mas cobra conhecimento. [...] Vocês confundem matéria de jornal com coisas orquestradas."
Serra foi o primeiro a mencionar a palavra aborto.
"Aborto você disse com clareza com debate na Folha, e isso esta filmado, que era a favor da liberação do aborto. Isso não é estratégia de adversário. São coisas que vão acontecendo. Se trata de ser coerente, não ter duas caras".
Na réplica, Dilma voltou a atacar e disse que Serra deveria "ter cuidado pra não ter mil caras" e disse que Serra regulamentou o aborto quando foi ministro da Saúde.
"Acho estranho você dizer certas coisas. Você regulamentou o acesso ao aborto no SUS".
Serra alegou que a legislação sobre o aborto foi criada em 1940 e disse que não regulamentou o procedimento, e sim criou uma norma técnica a respeito.
"A lei existente no Brasil é de 1940. Eu nasci em 1942. Nem espiritualmente poderia ter sido o autor da lei. A lei permite o aborto em dois casos: risco de vida pra mãe e estupro. Essa lei vinha sendo praticada no Brasil. [...] O que eu fiz como ministro [...] foi que isso precisava ter uma norma técnica que balizasse os abortos, para que fosse feito sem risco para a mãe. Nunca defendi a liberação do aborto. Você defendeu. Não estou fazendo juízo de valor a seu respeito. Passa a dizer o contrário, a se vitimizar."
Dilma se defendeu.
"Sou contra tratar como questão de polícia a questão das das mulheres que morrem dia sim, dia não pelo aborto".
CRENÇA
Ainda no plano religioso que tem pautado o segundo turno, Serra colocou em dúvida a crença de Dilma em Deus.
"Com relação a Deus a mesma coisa. Tem entrevistas em que você diz que não sabe se acredita, se não acredita".
MONICA SERRA
Adotando um tom mais agressivo do que em debates anteoriores, Dilma acusou a mulher do oponente, Monica Serra, de usar o tema do aborto para caluniá-la.
"Sua esposa, Monica Serra, eu vou dizer o que ela falou: a Dilma é a favor da morte de criancinhas. Isso é um absurdo", disse ela no segundo bloco.
Antes, no primeiro bloco, já havia tocado no assunto. "Acho gravíssimo a fala da sua senhora."
Serra não respondeu à acusação sobre sua mulher.
FICHA LIMPA
Dilma, que durante várias vezes acusou Serra de "tergiversar" sobre os assuntos que estavam sendo debatidos, disse que Serra virou réu em uma deúncia em que é acusado de crime de calúnia e difamação e recomendou ao tucano que tomasse cuidado.
"Você se cuida. Você tá dando os primeiros passos pra entrar na Ficha Limpa".
CASA CIVIL
Serra trouxe à baila o tema dos escândalos envolvendo a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra.
"Seu braço direito durante sete anos e três meses organizou um grande esquema de corrupção. Você [diz que] não tem nada a ver."
Dilma, por sua vez, acusou Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa (empresa de transportes do Estado de São Paulo), nomeado por tucanos, de roubar R$ 4 milhões da campanha de Serra.
"Você deveria responder sobre seu assessor [sic], que fugiu com 4 milhões de reais da sua campanha."
PRIVATIZAÇÕES
Durante o segundo bloco, a candidata petista afirmou que Serra quer privatizar o pré-sal.
"Não dá pra fugir pela historia do trolóló. Isso foi uma afirmação feita. E isso é grave. Porque o pré-sal é e uma das riquezas mais importantes do pais. Não é pro final da década não. Defender a privatização significa tirar dinheiro do país pra investir em educação de qualidade, meio ambiente, cultura, ciência e tecnologia.
É grave".
Serra rebateu: "Vou reestatizar os Correios. Fortalecer Banco do brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES". Ele afirmou eu falava em reestatização porque essas instituições federais "passaram a servir aos amigos e aos companheiros".
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/812820-dilma-e-serra-trocam-acusacoes-sobre-aborto-em-debate-na-tv.shtml
"Essas calúnias têm sido muito claras em alguns momentos. Seu vice, Indio da Costa [DEM] a única coisa que faz sistematicamente é criar e organizar grupos, aproveitando da boa fé das pessoas, pra me atingir até com questões religiosas. Queria saber se o senhor considera essa forma de fazer campanha que usa o submundo é correta", questionou.
Na resposta, Serra afirmou se solidarizar com "quem é vitima de ataques pessoais" e se disse ele próprio vítima de ataques. O presidenciável tucano contra-atacou a petista e insinuou que ela tem a ver com esses ataques.
"Blogs com seu nome. Se não fosse [algo feito por sua campanha] poderia tirar na Justiça. Fazem ataque a família, amigos. Uma campanha orquestrada a respeito de ideais que não tenho. Nós somos responsáveis por aquilo que pensamos e aquilo que falamos. A população cobra programa de governo, mas cobra conhecimento. [...] Vocês confundem matéria de jornal com coisas orquestradas."
Serra foi o primeiro a mencionar a palavra aborto.
"Aborto você disse com clareza com debate na Folha, e isso esta filmado, que era a favor da liberação do aborto. Isso não é estratégia de adversário. São coisas que vão acontecendo. Se trata de ser coerente, não ter duas caras".
Na réplica, Dilma voltou a atacar e disse que Serra deveria "ter cuidado pra não ter mil caras" e disse que Serra regulamentou o aborto quando foi ministro da Saúde.
"Acho estranho você dizer certas coisas. Você regulamentou o acesso ao aborto no SUS".
Serra alegou que a legislação sobre o aborto foi criada em 1940 e disse que não regulamentou o procedimento, e sim criou uma norma técnica a respeito.
"A lei existente no Brasil é de 1940. Eu nasci em 1942. Nem espiritualmente poderia ter sido o autor da lei. A lei permite o aborto em dois casos: risco de vida pra mãe e estupro. Essa lei vinha sendo praticada no Brasil. [...] O que eu fiz como ministro [...] foi que isso precisava ter uma norma técnica que balizasse os abortos, para que fosse feito sem risco para a mãe. Nunca defendi a liberação do aborto. Você defendeu. Não estou fazendo juízo de valor a seu respeito. Passa a dizer o contrário, a se vitimizar."
Dilma se defendeu.
"Sou contra tratar como questão de polícia a questão das das mulheres que morrem dia sim, dia não pelo aborto".
CRENÇA
Ainda no plano religioso que tem pautado o segundo turno, Serra colocou em dúvida a crença de Dilma em Deus.
"Com relação a Deus a mesma coisa. Tem entrevistas em que você diz que não sabe se acredita, se não acredita".
MONICA SERRA
Adotando um tom mais agressivo do que em debates anteoriores, Dilma acusou a mulher do oponente, Monica Serra, de usar o tema do aborto para caluniá-la.
"Sua esposa, Monica Serra, eu vou dizer o que ela falou: a Dilma é a favor da morte de criancinhas. Isso é um absurdo", disse ela no segundo bloco.
Antes, no primeiro bloco, já havia tocado no assunto. "Acho gravíssimo a fala da sua senhora."
Serra não respondeu à acusação sobre sua mulher.
FICHA LIMPA
Dilma, que durante várias vezes acusou Serra de "tergiversar" sobre os assuntos que estavam sendo debatidos, disse que Serra virou réu em uma deúncia em que é acusado de crime de calúnia e difamação e recomendou ao tucano que tomasse cuidado.
"Você se cuida. Você tá dando os primeiros passos pra entrar na Ficha Limpa".
CASA CIVIL
Serra trouxe à baila o tema dos escândalos envolvendo a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra.
"Seu braço direito durante sete anos e três meses organizou um grande esquema de corrupção. Você [diz que] não tem nada a ver."
Dilma, por sua vez, acusou Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa (empresa de transportes do Estado de São Paulo), nomeado por tucanos, de roubar R$ 4 milhões da campanha de Serra.
"Você deveria responder sobre seu assessor [sic], que fugiu com 4 milhões de reais da sua campanha."
PRIVATIZAÇÕES
Durante o segundo bloco, a candidata petista afirmou que Serra quer privatizar o pré-sal.
"Não dá pra fugir pela historia do trolóló. Isso foi uma afirmação feita. E isso é grave. Porque o pré-sal é e uma das riquezas mais importantes do pais. Não é pro final da década não. Defender a privatização significa tirar dinheiro do país pra investir em educação de qualidade, meio ambiente, cultura, ciência e tecnologia.
É grave".
Serra rebateu: "Vou reestatizar os Correios. Fortalecer Banco do brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES". Ele afirmou eu falava em reestatização porque essas instituições federais "passaram a servir aos amigos e aos companheiros".
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/812820-dilma-e-serra-trocam-acusacoes-sobre-aborto-em-debate-na-tv.shtml
* Ahmadinejad agradece ao papa pela defesa do Alcorão e apela por colaboração.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, agradeceu ao papa Bento 16 pela “defesa do Alcorão” durante a polêmica gerada por um reverendo dos Estados Unidos que queria queimar exemplares do livro sagrado dos muçulmanos, em meados de setembro.
Em carta divulgada pelo seu site, o ultraconservador líder iraniano fez um apelo pela cooperação entre religiões para combater a degradação da sociedade, o laicismo e movimentos como a “islamofobia”.
“Quero agradecer à sua excelência por condenar a estúpida decisão de uma igreja da Flórida de injuriar o sagrado Corão, o que causou desgosto a milhões de muçulmanos por todo o mundo”, diz a carta.
Segundo a TVo estatal, o documento foi entregue ao pontífice em Roma pelo vice-presidente do Irã e encarregado de Assuntos Parlamentares, Mohamad Reza Mirtajodini.
Nele, Ahmadinejad aponta para “a necessidade de uma colaboração próxima entre as religiões para enfrentar aos movimentos destrutivos como o ateísmo e a influência dos materialistas, que estão corroendo a sociedade, especialmente a família e a juventude”.
A carta foi divulgada na mesma semana na qual os filhos de Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43, acusada de assassinato e adultério e que poderia ser apedrejada no Irã, solicitaram a intervenção do Vaticano para salvar sua mãe.
A iraniana de 43 anos, acusada também de ter participado da morte do marido, foi condenada na Justiça ao apedrejamento pelo primeiro crime, mas teve a pena suspensa.
Depois, autoridades anunciaram o castigo de enforcamento pelo segundo delito, o que foi retificado pela Chancelaria do Irã, que afirmou que os procedimentos legais ainda não estavam concluídos.
Um dia depois do apelo, o papa recebeu ontem o vice-presidente do Irã para Assuntos Parlamentares, Seyed Mohammad-Reza Mir-Tajeddini.
“Foi um encontro muito breve que teve por objetivo a entrega de uma mensagem”, afirmou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi. Embora não se saiba o conteúdo da correspondência, em ocasiões anteriores o religioso evitou excluir a possibilidade de que a diplomacia do Vaticano interfira no caso.
Sobre a mensagem entregue ao papa, Lombardi apontou que a atitude não é incomum da parte de expoentes do governo ou embaixadores iranianos, mas que na maioria das vezes os textos se referem a “questões concernentes ao diálogo interreligioso ou princípios gerais, e não necessariamente a fatos da atualidade”.
De acordo com o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”, o colóquio ocorreu logo após a tradicional audiência geral das quartas-feiras. Mir-Tajeddini estava acompanhado de uma comitiva.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/811287-ahmadinejad-agradece-ao-papa-pela-defesa-do-alcorao-e-apela-por-colaboracao.shtml
Em carta divulgada pelo seu site, o ultraconservador líder iraniano fez um apelo pela cooperação entre religiões para combater a degradação da sociedade, o laicismo e movimentos como a “islamofobia”.
“Quero agradecer à sua excelência por condenar a estúpida decisão de uma igreja da Flórida de injuriar o sagrado Corão, o que causou desgosto a milhões de muçulmanos por todo o mundo”, diz a carta.
Segundo a TVo estatal, o documento foi entregue ao pontífice em Roma pelo vice-presidente do Irã e encarregado de Assuntos Parlamentares, Mohamad Reza Mirtajodini.
Nele, Ahmadinejad aponta para “a necessidade de uma colaboração próxima entre as religiões para enfrentar aos movimentos destrutivos como o ateísmo e a influência dos materialistas, que estão corroendo a sociedade, especialmente a família e a juventude”.
A carta foi divulgada na mesma semana na qual os filhos de Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43, acusada de assassinato e adultério e que poderia ser apedrejada no Irã, solicitaram a intervenção do Vaticano para salvar sua mãe.
A iraniana de 43 anos, acusada também de ter participado da morte do marido, foi condenada na Justiça ao apedrejamento pelo primeiro crime, mas teve a pena suspensa.
Depois, autoridades anunciaram o castigo de enforcamento pelo segundo delito, o que foi retificado pela Chancelaria do Irã, que afirmou que os procedimentos legais ainda não estavam concluídos.
Um dia depois do apelo, o papa recebeu ontem o vice-presidente do Irã para Assuntos Parlamentares, Seyed Mohammad-Reza Mir-Tajeddini.
“Foi um encontro muito breve que teve por objetivo a entrega de uma mensagem”, afirmou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi. Embora não se saiba o conteúdo da correspondência, em ocasiões anteriores o religioso evitou excluir a possibilidade de que a diplomacia do Vaticano interfira no caso.
Sobre a mensagem entregue ao papa, Lombardi apontou que a atitude não é incomum da parte de expoentes do governo ou embaixadores iranianos, mas que na maioria das vezes os textos se referem a “questões concernentes ao diálogo interreligioso ou princípios gerais, e não necessariamente a fatos da atualidade”.
De acordo com o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”, o colóquio ocorreu logo após a tradicional audiência geral das quartas-feiras. Mir-Tajeddini estava acompanhado de uma comitiva.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/811287-ahmadinejad-agradece-ao-papa-pela-defesa-do-alcorao-e-apela-por-colaboracao.shtml
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Terraço dos milagres e Grupo Carruagem de Ouro
Hoje estive no terraço dos milagres lá em Caxias. Há muito tempo não vejo o fogo descer desse jeito, é tanta unção que não dá nem pra falar, só você indo lá pra ver.
Pastor Adilson homem de Deus, é o Espirito Santo falando purinho.
Jeová bradou na terra, grupo Carruagem de Ouro se você convidar você vai ver o fogo descer.
Leve eles na sua igreja.

Pastor Adilson homem de Deus, é o Espirito Santo falando purinho.
Jeová bradou na terra, grupo Carruagem de Ouro se você convidar você vai ver o fogo descer.
Leve eles na sua igreja.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Congresso de varões
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